O trabalho do jornalista: vazamentos, prospecção de dados e tecnologia

19 de October de 2019 · 15:00 - 16:30

Boas práticas do jornalismo investigativo dos novos tempos e como o jornalista pode tirar delas histórias de impacto

Participants

Mediador

Natalia Viana

Agência Pública

Natalia Viana é co-diretora da Agência Pública e Jornalismo Investigativo. É autora de quatro livros sobre violações direitos humanos: Plantados no Chão (Conrad, 2007), Jornal Movimento, uma Reportagem (Manifesto, 2010) e Habeas Corpus: Que Se Apresente o Corpo (Secretaria de Direitos Humanos, 2010) e o e-book O Bispo e Seus Tubarões, sobre o impeachment de Fernando Lugo no Paraguai (Agência Pública, 2013). Como repórter e editora, venceu diversos prêmios de jornalismo, incluindo o Prêmio Troféu Mulher Imprensa, Comunique-se, Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos e o Prêmio Gabriel García Márquez. Hoje integra o Conselho Reitor da Fundação Gabriel García Márquez.

Participante

Marcel Gomes

Repórter Brasil

Marcel Gomes é o secretário-executivo da ONG Repórter Brasil. Na organização desde 2008, coordenou pesquisas sobre os impactos socioambientais da cadeia de produção agropecuária e de biocombustíveis. É formado em jornalismo e tem mestrado em ciência política, ambos na USP. Cursa atualmente o doutorado em Planejamento de Sistemas Energéticos na Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Unicamp. Já trabalhou no Dieese, na editora Globo, no jornal Valor Econômico e no portal Carta Maior.

Participante

Glenn Greenwald

The Intercept Brasil

Cofundador do The Intercept Brasil. É jornalista, advogado constitucionalista e autor. Por conta de suas reportagens sobre a NSA (Agência de Segurança Nacional – EUA), recebeu diversos prêmios, incluindo o Prêmio Pulitzer de 2014 na categoria Serviço Público. A revista Foreign Policy o indicou como um dos 100 principais pensadores globais de 2013.

Participante

Giannina Segnini

Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia (Nova York)

Diretora do Mestrado em Jornalismo de Dados na Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, em Nova York. Ela também lidera o Columbia Journalism Investigations, uma equipe de pós-graduandos que investigam histórias colaborativas transfronteiriças usando dados. Segnini é membro do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) desde 2007 e conselheira da iniciativa desde 2015. É membro do júri do Prêmio Gabriel Garcia Marques, entre outros prêmios.