Mesa

O jornalismo que surge no caos

“Quando eu vejo jornalistas se envolvendo profundamente com alguma coisa, sem nenhuma perspectiva de renda e de carreira, isso é fascinante, isso é jornalismo, esse é o caminho. Nunca houve uma época boa para ser jornalista, talvez agora seja a pior, as montanhas estão desabando, mas ao mesmo tempo coisas novas estão nascendo”. Essa é uma fala de Jon Lee Anderson em 2016. O primeiro Festival 3i nasceu em 2017. E como chegamos a 2022? O que o jornalismo tem se tornado e o que existe além dele? A mesa abre os trabalhos com essa reflexão que permeará os dez dias de festival. 

Convidados

Natalia Viana

Presidente da Ajor – Associação de Jornalismo Digital, organizadora do Festival 3i em 2022. Natalia é jornalista há 20 anos, diretora e co-fundadora da Agência Pública e Jornalismo Investigativo. É autora e co-autora de cinco livros, entre os mais recentes: Dano Colateral, sobre o retorno dos militares à política (Objetiva, 2021). Como repórter e editora, venceu diversos prêmios de jornalismo, entre eles o Prêmio Vladimir Herzog (2005/2016/2020), prêmio Gabriel García Márquez (2016) e Ortega y Gasset (2020). Em 2021 está passando um período como pesquisadora na Universidade de Harvard graças a uma bolsa da Fundação Nieman.

Jon Lee Anderson

Jon Lee Anderson é redator da revista New Yorker. Como jornalista, ela relatou em muitas zonas de guerra, incluindo Afeganistão, Iraque, Líbano, Síria, Somália, Sudão, Líbia, Libéria, Angola, Birmânia, Sri Lanka, El Salvador, Guatemala e Nicarágua. Ele também escreveu perfis de figuras como Fidel Castro, Hugo Chávez e Augusto Pinochet. Seus livros incluem: “Che Guevara: Uma Vida Revolucionária”, “A Queda de Bagdá” e “Guerrilhas: Crônicas do Mundo Insurgente”. Anderson começou sua carreira jornalística no Peru em 1979.

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