Fotógrafo documental e jornalista baseado no Rio de Janeiro. Seu trabalho busca entender os artifícios utilizados pelo sul global enquanto mecanismos de empoderamento das suas/nossas próprias narrativas. Já publicou em jornais e revistas como Der Spiegel, GEO Magazin, Guardian, entre outros.
Trabalha como freelancer desde 2006. Cobriu o cotidiano social e político do Brasil para dezenas de veículos nacionais e internacionais. Mora e trabalha em Porto Alegre, onde ajudou a desenvolver um ecossistema de jornalistas independentes e a lançar e fomentar campanhas de financiamento coletivo para o jornalismo local. Em agosto de 2021 se juntou à equipe da Repórter Brasil.
Repórter investigativo com foco na cobertura política, transparência pública, jornalismo de dados e questões ambientais. Em mais de uma década de atuação, já colaborou em diversas publicações, como Estadão, Folha de S. Paulo, Revista Piauí, Intercept Brasil, Congresso em Foco, Agência Pública, entre outros.
Jornalista recifense, com passagem pelo Diário de Pernambuco e Jornal do Commercio. Atua na Énois, na Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e como repórter freelancer. É integrante da 3ª geração da Rede de Jovens Jornalistas Distintas Latitudes e fellow da International Women's Media Foundation (IWMF). É Jornalista Amiga da Criança, pela Andi Comunicação e Direitos.
Lucas Maia é diretor de Tecnologia da Agência Tatu, startup de jornalismo de dados de Alagoas, com foco na produção de conteúdo, produtos inovadores para a realidade local e regional e reportagens relevantes, a partir da exploração e visualização de dados, em múltiplos formatos.
Jornalista e coordena o eixo de conteúdo no data_labe. O data_labe é uma organização que defende a democratização da informação apoiada na geração, análise e distribuição de dados com foco em raça, gênero e território, a partir do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.
Gerente de conteúdo da Agência Bori, onde atua com diversas ações de apoio à cobertura jornalística da Covid-19, como o programa de mentoria jornalística "Infovacina". É pesquisadora de divulgação científica, com passagem pelas universidades federais de Santa Maria, Pelotas, Pernambuco, Université Paris Sorbonne IV e Universidade Estadual de Campinas.
Mestre em Estudos da Linguagem pela PUC SP, gerente de produtos no Porvir e cofundadora e diretora institucional do Nós, mulheres da periferia - site dedicado a repercutir a opinião e a história de mulheres negras e periféricas, oferecendo um outro jeito de ver os acontecimentos no Brasil e no mundo e contribuindo para a construção de uma sociedade plural, antirracista e não patriarcal.
Jornalista, doutorando em Educação pela PUC-SP e cofundador e diretor de jornalismo da Agência Mural de Jornalismo das Periferias. A Mural tem como missão minimizar as lacunas de informação e contribuir para a desconstrução de estereótipos sobre as periferias, em especial na Grande São Paulo.
Camila Silva é jornalista há mais de dez anos, pós-graduada em Ajuda Humanitária e ao Desenvolvimento pela PUC-RJ, pesquisa diversidade e inclusão na comunicação, coordena o Programa Diversidade Racial na Comunicação do Nexo, é consultora de D&I nas organizações internacionais Chicas Poderosas Inc. e Civicus, integra a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (SP) e é colunista da Carta Capital.