16:30h
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Caminhos da sustentabilidade: papo com financiadores de projetos jornalísticos
Não dá para fugir: o jornalismo digital e independente precisa pensar em dinheiro para sobreviver e aumentar ainda mais seu alcance. Além da crise na indústria de mídia, veículos nordestinos precisam também superar entraves históricos de concentração de renda no centro-sul do país. Afinal, como atrair, conquistar e manter investidores? Quais são os caminhos para que o meu negócio possa ganhar mais visibilidade e relevância na hora de pedir financiamento?para a cobertura local, de nicho?
Esta mesa é para você, empreendedor, que está precisando entender mais sobre como diversificar fontes de receitas, ser contemplado com financiamento de organizações nacionais e internacionais e projetar seu negócio para fora do seu estado rumo à sustentabilidade financeira.
*Atenção: ocorre de maneira simultânea com a mesa “Como tirar uma ideia do papel e transformá-la numa iniciativa de jornalismo?”
Como tirar uma ideia do papel e transformá-la numa iniciativa de jornalismo?
O digital abriu muitas possibilidades para o surgimento de novas iniciativas de jornalismo. Mas colocar uma ideia em prática exige, além de criatividade, visão e estratégia.
Não há uma fórmula mágica para o sucesso, mas existem práticas que podem ajudar. Além de definir o tema ou nicho de atuação que sua organização quer cobrir, é preciso pensar bem em objetivos, missão, público-alvo, modelo de negócio...
Nesta mesa-oficina, pensada para estudantes e/ou para quem está começando a empreender, você conhece a história de empreendedores do jornalismo. Eles contam os desafios e as oportunidades para quem quer dar os primeiros passos.
*Atenção: ocorre de maneira simultânea com a mesa “Caminhos da sustentabilidade: papo com financiadores de projetos jornalísticos”
Pensando fora da caixa: como encontrar a sua audiência
As redes sociais mudaram completamente os hábitos de consumo de informação da população brasileira. Hoje, não dá mais para pensar em jornalismo sem levar em conta as plataformas digitais.
Na corrida para se aproximar de uma audiência conectada, o jornalismo inova em formatos e investe na formação e gestão de comunidades. Memes, trends, apelo à linguagem mais intimista e regional, vídeos na rede social queridinha dos jovens – no meio de tanta desinformação – também viraram ferramentas para fortalecer o jornalismo. Não há como negar: é tempo de pensar o novo para conquistar e fidelizar a sua audiência!
O 'ano do podcast' no Brasil finalmente chegou?
Você com certeza já decorou bordões, trilhas sonoras e já deve ter stalkeando algum apresentador no Twitter. Os podcasts chegaram para ficar no Brasil, que já é o 3º país do mundo que mais consome o formato.
Mas como as plataformas de streaming estão olhando para organizações de jornalismo que produzem podcasts? Quais são os formatos possíveis e os caminhos para conquistar novos ouvintes? É possível ter retorno financeiro pelo trabalho?
Esta mesa convida produtores de podcasts para um bate-papo sobre como conseguir se destacar no meio de tantos programas.
Conversa no jardim: cobrindo a desinformação
Falar sobre desinformação é cada vez mais urgente para o jornalismo e para a nossa democracia. Criadoras de projetos de tecnologia que combatem a disseminação de Fake News e cumprem um papel essencial na cobertura jornalística atual, a Agência Tatu, o Aos Fatos e o projeto Xereta (jornal laboratório O Avoador/UESB) te esperam para um bate-papo sobre o tema.
Conversa no Jardim: transição de governos e os movimentos bolsonaristas
Como foi a cobertura da eleição mais acirrada da história do Brasil? Neste bate-papo, Sérgio Miguel Buarque, da Marco Zero Conteúdo, e Mariama Correia, da Agência Pública, debatem sobre a cobertura política no Brasil e o que podemos esperar da transição de governos.
Conversa no jardim: cobertura ambiental no nordeste
Neste bate-papo durante o intervalo das mesas, jornalistas dão dicas de como realizar uma cobertura ambiental com técnica, qualidade e que traga uma visão descentralizada.
*Atenção: ocorre de maneira simultânea com a conversa "30 anos do Manguebeat e o jornalismo cultural"
Conversa no jardim: 30 anos do Mangue Beat e o legado para o jornalismo cultural
O mangue beat, movimento que uniu música, cultura e crítica social, completa 30 anos em 2022. Encabeçado por bandas como Chico Science & Nação Zumbi, Mundo Livre S/A e Eddie, o movimento reverberou a partir da imprensa local e ganhou destaque internacional pela inovação artística proposta, mas também pelos temas urgentes que discutia. Sua repercussão aconteceu em um momento de renovação do jornalismo cultural, o que acabaria influenciando as gerações seguintes. Esta mesa discute o legado do mangue beat para o jornalismo cultural e sua influência nos veículos que cobrem cultura hoje em dia.
*Atenção: ocorre de maneira simultânea com a conversa "Cobertura ambiental no Nordeste"
Happy Hour com a banda Em Canto e Poesia
Grupo formado por Greg Marinho, Miguel Marinho e Antonio Marinho fecha o evento com uma apresentação musical.
Em Canto e Poesia é de São José do Egito, Sertão do Pajeú, em Pernambuco, terra conhecida como berço da cantoria de viola nordestina, dos poetas repentistas. É formado em seu núcleo por três netos de Lourival Batista, o Louro do Pajeú, um dos grandes nomes da cantoria brasileira – Greg Marinho, Miguel Marinho e Antonio Marinho. Os integrantes são também filhos de Bia Marinho, compositora e intérprete de destaque no cancioneiro popular nordestino e filhos de Lamartine Passos (Greg) e Zeto (Miguel e Antonio), dois compositores e poetas importantes na cena musical autoral brasileira. Surgiu em 2005. De improviso. Num recital solo de Antonio, na casa de espetáculos Sala de Reboco, em Recife, Greg pegou o violão e surgiu uma apresentação “pronta”, onde musicas e poesias se completavam e se atraíam. Nasceu o nome e o projeto. Miguel, o caçula, entrou depois e trouxe o pandeiro para
adicionar percussão à voz e à harmonia