Meio ambiente
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Novos olhares para cobertura ambiental

O jornalismo tem que se preparar para os desafios na cobertura de temas ambientais. As pautas se conectam em uma complexidade que exige dos profissionais a busca por conhecimentos em áreas distintas. Clima, biodiversidade, economia, empresas, gestão pública, ODS, ESG, geopolítica etc. O olhar de repórter e de editores precisa buscar essa complexidade e traduzir para os diversos públicos. Não basta apenas reportar o fato, a declaração. É preciso compreender a ciência por trás das pautas ambientais.

Convidados

Maristela Crispim

Mediadora

Jornalista e mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFC. Fundou, em 2018, a Agência de Conteúdo Eco Nordeste, da qual é editora-chefe. Trabalhou 24 anos no Diário do Nordeste, período em que conquistou quase 50 premiações de Jornalismo. Fez parte do júri do Prêmio Esso e da equipe de seleção do Programa Petrobras Socioambiental. Deu aula de Comunicação para a Sustentabilidade na Unifor.

Claudio Angelo

Claudio Angelo é coordenador de Comunicação do Observatório do Clima. Foi editor de Ciência da Folha de S.Paulo e colaborou com veículos como piauí, Época, Nature e Scientific American. É autor de A espiral da morte – como a humanidade alterou a máquina do clima (Companhia das Letras, 2016), vencedor do Prêmio Jabuti de Ciências em 2017. Planta milho e banana-nanica.

Tatiane Matheus

Jornalista e pesquisadora em Justiça, Equidade, Diversidade e Inclusão e responsável pelo Curso para Jornalistas em Mudanças Climáticas no Instituto ClimaInfo. De 2004 a 2011 foi repórter no jornal O Estado de S. Paulo, teve matérias publicadas na Revista ExameTerra, entre outros. Iniciou a sua carreira em 1999 na sua cidade, Santos (SP) na Santa Cecília TV – afiliada da TVE. Trabalhou na Voz Audiovisual, em Coruña, na Espanha. É mestre em produção e gestão audiovisual pela Universidade da Coruña. É pós-graduada em Políticas e Relações Internacionais com especialização em Didática para o Ensino Superior (FESP-SP),  em Gestão de Projetos (FGV-SP) e em produção executiva em animação (Diboos- Madrid). Atuou de 2014 a 2020 em agências de Comunicação em Comunicação Estratégica, Assessoria de Imprensa e Gestão de Redes Sociais.

Marina Marçal

Coordenadora do Portfólio de Política Climática do Instituto Clima e Sociedade (iCS). É ecofeminista negra e advogada, doutoranda e mestra em Sociologia e Direito na linha de pesquisa de Conflitos Socioambientais, Rurais e Urbanos pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ). Também é mestra em Relações Étnico-Raciais pelo CEFET-RJ. Tem experiência em pesquisas acadêmicas ambientais há mais de 11 anos pela PROEX-UFF, FAPERJ e FIOCRUZ (incluindo o Mapa de Conflitos de Injustiça Ambiental no Brasil) e trabalho de campo envolvendo povos indígenas, quilombolas e populações no entorno de atividade mineral em Minas Gerais e no Pará. Também é membro do International Climate Politics HUB e do Climate Reality Project.

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